11 de setembro, polêmica, islamismo e aperto de mão

Ele perdeu irmão e amigos. “Foi o dia mais triste de minha vida”, afirma Kato, um dos milhares de norte- americanos que todos os anos, religiosamente, comparecem ao culto do dia 11 de setembro, ali onde afundaram as Torres Gêmeas em 2001.

Do outro lado, um religioso islâmico tenta pregar a paz e levar a palavra do Alcorão a quem puder ou quiser escutar. No meio do tumulto, os dois se cumprimentam, se aceitam. Polêmicas pegam fogo nesse aniversario dos ataques terroristas: a construção de uma mesquita e de um centro de atividades islâmicas bem ali no território do World Trade Center, seria mais um desrespeito do que uma forma de assegurar a liberdade de expressão?

Foto: Gabriela Loschi

“Meu gesto de cumprimenta-lo é para mostrar a ele e a todo o povo islâmico que Jesus Cristo não é só um profeta. Ele é o filho de Deus! Enquanto muita gente olha torto e prefere passar longe, eu prefiro semear a paz. Perdi parentes em 11 de setembro, e acredito mais do que ninguém de que se houvesse paz, não precisaria ter ocorrido isso. A construção dessa igreja é um direito que eles têm, mas isso não tira nem a minha e nem a dor de ninguém”, Kato.

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s